O namoro — essa prática nova das ultimas décadas — retrata bem a insatisfação das pessoas em terem apenas a companhia do outro, roubando consequentemente os privilégios que Deus preparou posteriormente.

Quem disse que vocês devem se beijar agora?

Os jovens evangélicos do século XXI, adeptos ao namoro, já não conseguem mais gostar de alguém sem se envolverem fisicamente, seus sentimentos são mais fortes do que sua sabedoria, eles dizem “deixa rolar”. Se tornou natural e comum ter mais de cinco relacionamentos sérios antes de casar. É absolutamente normal beijar, passar a mão em um corpo que não é seu, mesmo no período que deveriam estar apenas se conhecendo.

Seus sentimentos não fluem da realidade que conhecem um do outro, mas da intimidade fantasiosa. Não querem saber dos primeiros pratos, querem a sobremesa. E quando casam dizem “ele não era assim, ela mudou”, entretanto, ela mudou mesmo ou vocês em vez de se conhecerem antes, conversando, usavam a boca pra outras coisas?

Não estamos sendo mais jardim fechado, mas aberto e disponível para mais de uma pessoa além de Cristo. E quando o seu cônjuge chegar, de fato, o que ele encontrará?
Já dizia Joshua Harris:

“O mal em nosso desejo geralmente não está no que desejamos, mas porque desejamos demais”.

Não avance sinais amarelos. A intimidade deve estar sujeita ao nivel de compromisso que você tem. Sempre se pergunte: o que eu estou vivendo com essa pessoa está sendo uma extensão do meu amor por Deus? John Piper citou:

“Lembre-se de Rute e Boaz, sozinhos, debaixo de uma noite estrelada, se gostando, o clima, os olhares, mas por amor da justiça não se tocaram. Que homem, que mulher!”

ESCRITO COM CARINHO PORRenan Xavier
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