Eu tenho aprendido com Deus que os dias difíceis são tão necessários quanto os dias bons, porque são eles os responsáveis pelo o processo de aprendizagem do meu coração. Ah, o meu coração! Ele é teimoso e pode ser bastante irresponsável, mas desde o momento em que decidiu se matricular nas aulas que apenas Deus ensina, tem aprendido o que nunca aprendeu antes.

Estar na sala de aula com Deus sendo o professor é extraordinário. Imagine só, ser ensinado por Aquele que sabe exatamente quantas estrelas existem no universo e chama cada uma pelo nome. Nunca entendi bem, e sei que não vou, quem acredita que Ele promete apenas aulas legais e divertidas, sem ser necessário esforço algum da minha parte.

O meu coração sabe que Deus não ensina qualquer coisa, de qualquer jeito, e muito menos que passa qualquer prova, elaborada de qualquer forma. Na teoria, quando penso nisso, é fácil e tranquilo. Ele ensina, eu copio, aprendo (ou pelo menos finjo que aprendo) e está tudo bem. Mas não é dessa forma, não com Deus. Ele usa métodos totalmente diferentes para me ensinar, métodos não tão legais e não tão divertidos. Não estou afirmando que Ele é um professor carrasco ou algo desse tipo, muito pelo contrário, o que estou afirmando é que sua pedagogia é única e insubstituível.

As aulas dadas por Deus não são repetitivas. Cada dia é algo novo que aprendo. As matérias são diversas, mas quero destacar duas: perdão e dor. O meu coração tem admiração por essas duas e por tudo o que é ensinado sobre elas. Quando penso que sei o suficiente sobre dor e perdão, algo novo surge e vejo que não sei o mínimo do suficiente. O que ouço sobre ambos é sem igual, único, mas as coisas complicam quando o dia da prova chega e o meu coração é testado. Perdoar pode não ser tão difícil quando o coração sabe que fazer isso é o certo. Mas a dor? Essa é muito mais complexa e ser testada através dela, por ela, é tão difícil quanto não questionar.

Deus tem me ensinado que a dor, mesmo sendo não desejada, é capaz de amadurecer corações e torná-los corajosos, fortes, resistentes. Não frios, mas precavidos. A dor desperta questionamentos, dúvidas, fraquezas, mas só domina meu coração quando permito que isso aconteça. Sou eu quem decido parar ou não, continuar ou não, tentar ou não, recomeçar ou não.

O que aprendo com Deus, ninguém mais pode me ensinar. Não são lições que ficam guardadas apenas em minha mente, mas também em meu coração. Aprendizados que permanecem guardados não apenas por algum tempo, mas por toda a vida, para sempre.

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7 COMENTÁRIOS

  1. O que eu acho lindo é saber exisem textos lindos se retratando e falando da grandiosidade do nosso Deus. Também escrevo, escrevo muito sobre Deus. Afinal a boca fala que o coração está cheio. Deus lhe abençoe!!!!! Espero ter seus livros em minhas mãos.

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